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segunda-feira, 18 de abril de 2011

Passeata em Franca contra o bullying.

Escolas fazem passeata contra bullying em Franca


Manifestação reuniu estudantes, pais e professores de sete colégios

Fonte EPTV

Alunos, pais e professores de sete escolas de Franca fizeram uma manifestação contra o bullying nesta quinta-feira (14).
Mais de três mil pessoas, a maioria vestidos de branco, percorreram as ruas e avenidas da cidade pedindo paz nas instituições de ensino.
Cartazes foram levados com nomes das crianças assassinadas na semana passada em um colégio de Realengo, no Rio de Janeiro, como forma de apelo.
Em inglês, a palavra a palavra bullying significa amedrontar. Dois casos foram registrados este mês em Ribeirão Preto.
No dia 1º, uma estudante de enfermagem da Universidade Barão de Mauá teria sido agredida por outras três meninas dentro da faculdade. Ela teve fraturas no rosto e registrou Boletim de Ocorrência. A confusão começou porque ela teria reclamado com a direção da instituição de estar sofrendo ameaças. 
E nesta quarta (13), duas adolescentes foram ameaçadas com um canivete por um casal de irmãos menores de idade na escola municipal Anísio Teixeira, no Jardim Iguatemi. A ação somente não se concretizou porque inspetores do colégio impediram.

Lei federal: sai ou não sai?

Congresso quer que combate ao bullying vire lei

Agência Estado
 
Uma das propostas prevê enquadrar a violência escolar como crime contra a honra
O Congresso Nacional tem ao menos dez projetos de lei que tratam do combate ao bullying nas escolas. Entre as propostas estão a adoção de uma política nacional de combate ao fenômeno da violência, e o enquadramento do bullying como crime, punido com prisão. O tema voltou a ser discutido após o massacre em Realengo, que resultou na morte de 12 estudantes no último dia 7. O bullying estaria entre as motivações do atirador Wellington Menezes de Oliveira.
Entre as dez propostas sobre o tema que aguardam no Congresso, oito delas – sete na Câmara e uma no Senado – tratam da criação de um programa antibullying. Como tratam do mesmo assunto, boa parte dos textos foram reunidos. Caso haja aprovação, a idéia é que os projetos virem uma só lei.
Apresentada em 2009, a proposta de lei que mais avançou já foi aprovada em duas comissões da Câmara e precisa passar por mais duas antes de ir para o Senado. Não é preciso que haja aprovação no plenário.
De autoria do deputado Vieira da Cunha (PDT-RS), a lei quer instituir um "programa nacional de combate ao bulllying", com ações que incluem a conscientização da sociedade sobre o tema, a prevenção e o combate à agressão escolar, a implementação de uma campanha nacional na mídia e a capacitação dos profissionais da educação para lidar com o problema.

De acordo com Cunha, a intenção é fazer com que, após a aprovação do projeto, o programa seja colocado em prática pelo Ministério da Educação, em parceria com Estados e municípios. O deputado espera que as escolas sejam preparadas a lidar com o tema, e, se necessário, contratem profissionais especializados, como psicólogos.


- O fenômeno do bullying está relacionado a índices de evasão e repetência [nos colégios]. A criança se afasta da escola, pois não a vê como ambiente de aprendizado, e sim um local hostil. Consideramos que a criação de equipes multidisciplinares vai contribuir para diminuir esses índices.
Um dos principais focos é a prevenção do bullying, afirma o deputado. As escolas e os pais devem ficar preparados para identificar as situações de violência escolar e, dessa maneira, poderem intervir.

- Queremos conscientizar sociedade e capacitar equipes para tratar o problema. Hoje, o que se verifica é que escolas não estão preparadas para lidar com o fenômeno [do bullying]. Ou se omitem ou tratam assunto como se fosse corriqueiro, como se fizesse parte do dia a dia das escolas.
Autor de projeto semelhante – que deve acabar "apensado" (agregado, na linguagem técnica do Congresso) a algum outro –, o deputado Ricardo Izar (PV-SP) defende que, junto com livros didáticos, o governo federal envie cartilhas sobre bullying para as escolas.
Já o senador Gim Argello (PTB-DF), autor de um projeto sobre o bullying no Senado, aposta no valor simbólico da "força da lei" para resolver o problema. Após o projeto ser aprovado, as crianças irão entender que o bullying é proibido e deixarão de cometê-lo, diz ele.

- Todo mundo sabe que existe regra, a lei vai ser cumprida. Não interessa se é criança, criança também tem que cumprir a lei. A criança não sabe que não pode dirigir, que não pode quebrar vidros? Então vai saber também que não pode fazer isso [bullying] com o colega. E a divulgação da lei vai ser feita massivamente por ministérios e secretarias de Estado.

Prisão por bullying


Outro projeto, de autoria do deputado Fábio Faria (PMN-RN), quer punir com prisão quem comete bullying. Pela proposta, a ofensa na escola ou agressão psicológica deve ser enquadrada como crime contra honra, passível de detenção de um a seis meses e multa.

O texto define o bullying como “intimidar o indivíduo ou grupo de indivíduos que de forma agressiva, intencional e repetitiva, por motivo torpe, cause dor, angústia ou sofrimento, ofendendo sua dignidade em razão de atividade escolar ou em ambiente de ensino”.

Se houver violência no bullying, a possibilidade da pena aumenta para detenção de três meses a um ano e multa, além da pena correspondente à agressão.
Se o bullying for com preconceito, causa reclusão de dois a quatro anos e multa.

Fonte: http://www.fatimanews.com.br/noticias/congresso-quer-que-combate-ao-bullying-vire-lei_115531/


Oi pessoal, bom dia

Desculpem-me pelo texto abaixo com excesso de informalidade, encarem como um desabafo:

As leis são muito importantes, desde que realmente colocadas em práticas.

Sim, já é o começo, mas depois que uma lei entra em vigor muito mais precisa ser feito. Na verdade é aí que o trabalho começa.

Nós visitamos inúmeras cidades e, também, conhecemos mais umas tantas que possuem o projeto de lei municipal para a prevenção e combate ao bullying. Porém, não há fiscalização e nem a conscientização para a prática do projeto.

Enquanto isso, as escolas e as crianças dependem da boa vontade e da capacidade de seus coordenadores, diretores e professores. Se a criança tem a "sorte" de cair em uma escola boa aí tudo bem, se não, a coisa azeda!

Governantes e secretários: depender de sorte não dá! É preciso muito mais...

Além do mais, punir, punir, punir, não é melhor educar?

Quem ganha com a punição? Quantos ganham com a educação?

Abraços,

Carolina Giannoni Camargo 

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Vídeos de Wellington

Wellington explica a tragédia:


É difícil entender. Porém, mais uma vez, o que desencadeou todo esse episódio foi uma cadeia de fatos, não apenas o bullying. Assistam aos vídeos:



quarta-feira, 13 de abril de 2011

Delegacias de crimes virtuais no Brasil

Bom dia,

Para aqueles que sofrem com o Cyberbullying ou com outros crimes virtuais, vale a pena a denúncia, por isso segue a lista de delegacias que registram estes casos aqui no Brasil:

Polícia Civil - Divisão de Repressão aos Crimes de Alta Tecnologia (DICAT)
Endereço: Sia Trecho 2, Lote 2.010, 1º andar, Brasília- Distrito Federal.
CEP: 71200-020
Telefone: (0xx61) 3462-9533
OBS: A DICAT é uma Divisão especializada em crimes tecnológicos que tem como atribuição assessorar as demais unidades da Polícia Civil do Distrito Federal. Como Divisão, a DICAT não atende ao público, não registra ocorrências nem instaura inquéritos policiais. A finalidade da DICAT é prestar apoio às Delegacias de Polícia do DF nas investigações de crimes que envolvam o uso de alta tecnologia, como computadores e Internet, agindo sob provocação das Delegacias que necessitarem de auxílio no "universo virtual", por exemplo. Ou seja: qualquer Delegacia do Distrito Federal poderá fazer o Registro da Ocorrência, investigar, e qualquer dificuldade ou necessidade de um apoio mais técnico, solicita auxílio à DICAT.
Desse modo, a vítima de crime cibernético no Distrito Federal pode procurar qualquer uma das Delegacias de Polícia (as não especializadas) para efetuar registro da ocorrência.
Por fim, a DICAT recebe denúncias de crimes cibernéticos (que são repassadas aos órgãos competentes) e presta esclarecimentos sobre condutas a serem adotadas por vítimas de crimes cibernéticos no DF, quando informados ou solicitados por e-mail.

Espírito Santo
Polícia Civil - Delegacia de Repressão a Crimes Eletrônicos
Endereço: Avenida  Nossa Senhora da Penha, 2290, Bairro Santa Luiza, Vitória - Espírito Santo - CEP: 29045-403
O Núcleo funciona do edifício-sede da Chefia de Polícia Civil, ao lado do DETRAN.
Telefone: (0xx27) 3137-2607 / 3137-9078
Fax: (0xx27) 3137-9077


Goiás
Polícia Civil - Setor de Análise da Gerência de Inteligência da Polícia Civil - Goiânia - Goiás
Telefone: (0xx62) 3201-6352 /6357

POLÍCIA CIVIL DE MS - Delegacia Virtual de MS
Rua Des. Leão Neto do Carmo, 154 – Parque dos Poderes, Campo Grande/MS
Telefone: (67) 3318-7981
Titular: Delegado Jefferson Nereu Luppe
Supervisor: Investigador Adilson Costa

DEICC - Delegacia Especializada de Investigações de Crimes Cibernéticos
Av. Nossa Senhora de Fátima, 2855 - Bairro Carlos Prates
Belo Horizonte - M.G.
(ao lado da estação de Metrô Carlos Prates)
Fone : 31-3212-3002
Delegados
Dr. Bruno Tasca Cabral
Dr. Pedro Paulo Uchoa Fonseca Marques

Pará
Polícia Civil - Delegacia Virtual

Paraná
Polícia Civil - Núcleo de Combate aos Cibercrimes (Nuciber)
Endereço: Rua José Loureiro, 376, 1º Andar, sala 1, Centro, Curitiba- Paraná
CEP: 80010-000
Telefone: (0xx41) 3323 9448

Pernambuco
Policia Civil - Delegacia Interativa


Rio de Janeiro
Polícia Civil - Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI)
Endereço: Rua Professor Clementino Fraga, nº 77, Cidade Nova (prédio da 6ª DP), Rio de Janeiro- Rio de Janeiro
CEP: 20230-250
Telefone: (0xx21) 3399-3200/3201/3203 ou (0xx21) 2242-3566

Rio Grande do Sul
Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos (DRCI) junto ao Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC)
Endereço: Av. Cristiano Fischer, 1440 - Porto Alegre / RS - CEP: 91410-000
Telefone: (0xx51) 3288.9815, 3288.9817

Polícia Civil - 4ª Delegacia de Delitos Cometidos por Meios Eletrônicos – DIG/DEIC
Avenida Zack Narchi,152 - Carandiru, São Paulo - São Paulo
OBS: Próximo à antiga detenção do Carandiru, próximo ao Center Norte, estação do metrô do Carandiru
Telefone: (0xx11) 2221-7030 (0xx11) 6221-7030 / 6221-7011 (ramal 208)

Fonte:http://www.safernet.org.br/site/prevencao/orientacao/delegacias#DF

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Por que o vilão às vezes vira ídolo?

Caso Wellington...

Nos últimos 3 dias, após o massacre ocorrido em Realengo, estive pesquisando na internet e encontrei o que parece absurdo: seguidores de Wellington. 
São jovens que apóiam a atitude do garoto, comunidades no orkut dizendo que ele, o assassino de 12 crianças, é "o cara"! 

Pessoas que não conseguem refletir sobre a atitude do rapaz, as conseqüências de seus atos, e a besteira que é resolver seus problemas desta maneira: matando inocentes. Sim, me assusta ver que são centenas de pessoas, e de JOVENS que apóiam essas idéias sangrentas. 

Mais uma vez me disponibilizo para ajudar quem quer que seja a passar pelo bullying ou qualquer outro problema, sem apelar para suicídios e assassinatos. 
Existem alternativas!

Por favor, vamos construir a paz!

Grande Abraço,
Carolina Giannoni Camargo.

Vejam a matéria baixo retirada agorinha mesmo do site Terra:

RJ: 4 dias após massacre, ex-aluno ameaça atirar em estudantes
11 de abril de 2011 

Quatro dias após o massacre em Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro, um ex-aluno de uma escola municipal de Campos dos Goytacazes, no norte do Estado, ameaçou atirar em estudantes e na diretora da instituição. Segundo a Polícia Militar, uma viatura da corporação foi enviada à Escola Municipal Fernando de Andrade, no distrito de Guarus, para atender à ocorrência.
De acordo com a PM, o ex-aluno entrou na escola no início da manhã e teria feito ameaças à diretora da unidade. Em seguida, deixou o prédio dizendo que iria em casa buscar uma arma para atirar contra os estudantes.
Por precaução, a diretora acionou a Polícia Militar, que enviou uma viatura para o local. Até as 11h15, o suspeito - cuja identidade não foi divulgada - não havia sido localizado.

Carta do Atirador de Realengo

domingo, 10 de abril de 2011

Tragédio no Rio: Foi Bullying?

Olá Amigos do blog Bully No Bullying...

Esta semana assistimos a um episódio muito triste ocorrido em Realengo, Rio de Janeiro.No dia 7 de abril, logo no início das aulas matinais na escola municipal Tasso da Silveira, um homem de 23 anos, ao entrar na escola, dispara contra os estudantes e mata mais de dez alunos. Logo após, comete suicídio.

É verdade que nenhum caso de bullying acaba bem, principalmente quando não há nenhuma intervenção educativa, pedagogia e psicológica presente para se combater o caso.
Muitos episódios terminam em grandes tragédias, e envolvem muitas mortes. Porém, será que podemos considerar o episódio de Realengo um caso de bullying?

Vamos analisar os fatores que envolvem o caso:

Wellington Menezes de Oliveira:
Wellington foi quem cometeu o ataque a escola em realengo, deixando como rastro várias mortes e pessoas feridas.
Sua mãe biológica sofria transtornos mentais, e entregou Wellington a uma família adotiva quando o garoto possuía mais ou menos 10 meses de vida. O rapaz chegou a conhecer a mãe biológica e alguns parentes de sangue.
Trabalhou como encarregado de serviços gerais e, dois anos depois foi promovido a auxiliar de almoxarifado em uma empresa de produtos alimentícios.
Ele morreu com 23 ou 24 anos, as informações ainda são dúbias, morava sozinho na casa em que seus pais biológicos, já falecidos, haviam deixado a ele como herança. A mudança para esta casa ocorreu logo após a sua mãe biológica falecer.
Nos meses que antecederam a tragédia, o garoto considerado apático estava desempregado.

Família Adotiva:
Wellington morava com uma mãe adotiva e alguns irmãos, embora se saiba que há alguns meses a família não tinha muito contato com o rapaz, pois este foi morar sozinho.
A mãe de criação levou o garoto a psicólogo, inclusive por indicação da própria escola na época em que estudava lá em Realengo, porém ao completar 18 anos, o rapaz decidiu não continuar o tratamento.
Um dos irmãos adotivos de Wellington disse: “Minha mãe o levou ao psicólogo. Na própria escola foi pedido que o levassem ao psicólogo. Ele começou a ir, mas quando fez 18 anos, parou. Minha mãe o tratava melhor do que aos próprios filhos”.

O que pensavam os vizinhos?
O rapaz viveu no bairro de Realengo por mais de 20 anos, e os vizinhos o consideravam quieto, tímido, sem amigos, estranho e muito inteligente. Uma vizinha conta que na rua onde morava Wellington, ele era motivo de chacotas e que as meninas pegavam muito em seu pé. Disse também que a mãe adotiva contou várias vezes que Wellington era calmo, tranqüilo, mas que as vezes batia com a cabeça na parede.
Outro morador do bairro, dono de um bar, conta que Wellington sempre passava por lá e comprava refrigerante. Andava sozinho, com muitos livros, e gostava de jogos e computador. Este vizinho diz que Wellington nunca bebeu e nem comprou nada alcoólico e que achou estranho seu comportamento nos últimos meses.

Histórico de Wellington na escola:
O rapaz tinha as notas médias e baixas, sempre quieto, pensativo e com poucos amigos. Não gostava de esportes, não compareceu a formatura da oitava série e não era visto com namoradas.
Possuía o apelido de “Sherman”, em referência a um personagem “nerd” do filme “Americam Pie” e de “Suingue”, pois andava mancando. Vejam alguns depoimentos de conhecidos e ex-colegas de turma:
“O jeito estranho e esquisito dele. Na época da escola, as pessoas sacaneavam, botavam apelidos, principalmente sobre sua forma de andar vestido. As meninas eram as que mais zombavam dele”.
Assistam ao vídeo:
O rapaz era ex aluno da escola em que entrou atirando no dia 7 de abril de 2011.

Arma do crime:
A arma do crime foi comprada por ele com a ajuda do chaveiro Charleston Sousa Lacerda, de 38 anos, este falou com um amigo, o desempregado Isaías de Sousa, de 48 anos, e conseguiram um revólver calibre 32 para Wellington.
Apesar de terem recebido 110 euros pela arma, que estava desaparecida desde que fora roubada há 15 anos na zona rural, eles ficaram com muito pouco desse dinheiro.
Wellington usou no massacre também uma outra arma, mais poderosa, um revólver calibre 38, que tinha a numeração de série raspada, o que dificulta o seu rastreamento.
Ontem, ao serem apresentados à imprensa, Charleston e Isaías declararam-se arrependidos de terem vendido a arma a Wellington. Isaías afirmou a jornalistas que se sente culpado em parte pelo massacre, pois forneceu uma das armas ao criminoso, e que chorou muito ao ver a notícia na televisão, pois tem uma filha e uma enteada com idades próximas às das alunas que morreram.

A segurança da escola:
O Wellington entrou na escola facilmente sem que fosse pedido uma identificação. Inúmeras vezes a Aline e eu entramos nas escolas dessa maneira! Basta falar que é palestrante e pronto, está lá dentro. Atenção governantes!  Atenção escolas! Em que época vivem? Muitas ainda estão paradas no tempo da revolução industrial...

Os últimos meses:
Wellington nos últimos meses passou a vestir apenas roupas pretas, deixou a barba crescer até o peito e parece ter se envolvido com o islamismo. Um primo disse que ele se dizia fundamentalista e que queria jogar um avião no cristo redentor.
A polícia encontrou em sua casa computadores queimados, e dez bíblias. Depois da morte da mãe biológica testemunhas contam que ele passou a fumar, beber e ficava o dia inteiro na internet.
Passou os últimos dias da sua vida planejando a tragédia, cortou a barba cinco dias antes para não levantar suspeitas ao entrar na escola e escreveu uma carta de despedida.

A carta de despedida nos mostra o quanto Wellington estava envolvido com seitas religiosas. Fanático, aponta com detalhes como deve ser seu enterro. Na carta, a única referência que nos faz pensar em bullying é a seguinte frase: “Ninguém que no passado não tenha se dado bem comigo deve me beijar, visitar ou se despedir de mim.” No mais, vemos que Wellington, de fato, era perturbado.
A perturbação não está apenas no fato de ter sido alvo de bullying. Talvez a herança genética de sua mãe portadora de esquizofrenia tenha ajudado, assim como o fato da morte dos pais, do desligamento prematuro entre sua mãe biológica e ele, do auto-isolamento, da falta de amor próprio e objetivo em sua vida serem um complemento ao conjunto de fatores que nos ajudam a entender os motivos que o levaram a cometer este crime.

Desta vez, não podemos dizer que a culpa é a apenas do bullying. Que foi por ter sofrido bullying que Wellington fez isso. Há uma série de acontecimentos na vida do rapaz que o levou a cometer esta injustiça tão grande contra aquelas crianças.

Fonte:  
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/internacional/mundo/arma-do-massacre-do-realengo-custou-110-euros
http://aceveda.com.br/blog/?p=27797
http://www.sidneyrezende.com/noticia/127644+irmao+de+wellington+afirma+que+tratamento+psicologico+foi+interrompido
http://aceveda.com.br/blog/?p=27892

sábado, 9 de abril de 2011

Semeare - Assessoria Pedagógica especializada em bullying


*   Palestras para pais e alunos
* Curso de Capacitação para educadores "Prevenir e combater o bullying nos espaços escolares" sucesso desde 2009!!
*   Projetos de Prevenção
*   Assessoria nos casos de bullying

Não percam a oportunidade de conhecerem um pouco mais sobre o fenômeno bullying.

Todos contra o Bullying. Todos pela educação.

Contato:
19 81867331
19 97319733
contato.bullying@yahoo.com.br

Grande Abraço,
Carolina Giannoni Camargo

Colégio do Rio indenizará alvo

Colégio terá que indenizar família por bullying de alunos

http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2011/4/colegio_tera_que_indenizar_familia_por_bullying_de_alunos_156623.html


Rio - A Sociedade de Ensino e Beneficiência Nossa Senhora da Piedade foi condenada a pagar indenização por danos morais no valor de R$ 35 mil à família de uma ex-aluna. A estudante, representada por seus pais Ellen Bionconi e Rubens Affonso, entrou com ação na 7ª Vara Cível do Méier, na Zona Norte da cidade, contra a escola relatando que, desde o início de março de 2003, vinha sofrendo agressões físicas e verbais por parte de colegas de classe.

Na época, a menor tinha apenas 7 anos de idade e foi arrastada, espetada na cabeça por um lápis, sofreu arranhões, além de socos, chutes, gritos no ouvido, palavrões e xingamentos. Em virtude desses acontecimentos, configurados como bullying, a criança acabou adquirindo fobia de ir à escola, passou a ter insônia, terror noturno e sintomas psicossomáticos, como enxaqueca e dores abdominais, tendo que se submeter a tratamento com antidepressivos e, no fim do ano letivo, mudou de escola.

A entidade de ensino defendeu-se alegando ter tomado todas as medidas pedagógicas merecidas pelo caso, porém não entendeu ser conveniente o afastamento dos alunos da escola, sendo os mesmos acompanhados por psicólogos, bem como os responsáveis chamados ao colégio. Documentos comprovam reclamações formuladas não só pelos pais da menina como de outros alunos, que também sofriam o bullying.

Para a 13ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, o dano moral ficou configurado e a responsabilidade é da escola, pois, na ausência dos pais, a mesma detém o dever de manutenção da integridade física e psíquica de seus alunos.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Tragédia No Rio!!!

Pessoal, estou em estado de choque ainda, e tento entender o que houve. As informacoes estão desencontradas mas estou atenta e vou postar ao longo do dia.

O certo é que ele, Welinton Meneses de Oliveira, tinha 24 anos, era ex aluno da escola municipal de Realengo. Matou 12 alunos até o momento e se matou.

Não se pode confirmar ainda bullying mas é o que tudo indica. 

Quem for do Rio, por favor o Hemo Centro do Rio pede doação de sangue na Rua Frei Caneca, telefone: 
21 23328629

Carolina Giannoni Camargo

Mulher.Com (TV Século 21) falará sobre Bullying

Bom Dia,

No programa Mulher.Com de hoje (07.04) no canal "Século 21" será discutido o tema bullying e terá a participação de Carolina Giannoni Camargo e Aline Archangelo para falar sobre o tema. Não percam! Mandem suas perguntas...

Blog Bully No Bullying

1000000 de visitantes!

Hoje o Blog comemora 1.000.000 de visitas! 1 milhão de pessoas que chegaram até aqui em busca de informações sobre bullying. Obrigada po...